Quem sou eu

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Cachoeirinha, Rio Grande do Sul, Brazil
Graduado em Comunicação Social Habilitação Relações Públicas pela Unisinos, Especialista em Gestão Empresarial pelo Cesuca Faculdade Inedi. Atualmente sou coordenador da Central de Estágios Cesuca, coordenador da Talentus Empresa Júnior Cesuca, coordenador dos Cursos de Extensão e In Company do Cesuca e professor titular no CESUCA Faculdade Inedi, nos Cursos de Administração e Ciências Contábeis, professor convidado na Microlins, nos Cursos de Vendas e Marketing no Varejo, Atendimento a Clientes e Operador de Telemarketing. Tenho experiência de 19 anos na área comercial, no varejo, turismo e na área do ensino. Ministro palestras sobre Relações Públicas no mercado do turismo, marketing transformacional, marketing institucional na internet, marketing, motivação em vendas e atendimento, marketing pessoal e networking, etiqueta organizacional e empregabilidade e mercado de trabalho. Também sou sócio-diretor da Doutor Empresa -Consultoria Empresarial trabalhando com treinamentos e palestras em pequenas, médias e grandes empresas.

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

COM QUEM VOCÊ CONVERSA?

Pessoal!

Recebi este texto de um aluno e resolvi publicá-lo.
Muitas vezes nos perguntamos, o que é que estamos fazendo conversando com um exucutivo que não sabe escutar? O que importa para ele é muito mais o patrimônio adquirido, do que entender o porque que existe um processo ou outro. O artigo abaixo é bom para refletirmos. Quando estamos dentro de uma organização como colaborador ou consultor, onde o diretor não nos escuta, será que ele tem conhecimento suficiente? As vezes sim, talvez não, mas não tem a sabedoria para usá-lo. Por isso, digo! Escute bastante, converse com todos os níveis, aprenda um pouco ou muito com cada um, leia muito, pois viveremos como eternos aprendizes.

Grande abraço e boa leitura. 

 
COM QUEM VOCÊ CONVERSA?



Quem são as pessoas mais inteligentes do que você e com quem você conversa constantemente? Se prestou muita atenção na minha pergunta, você percebeu que estou perguntando sobre sua taxa de aprendizado. Se alguém não aprende sistematicamente, regride. Desta forma, cuidado ao se cercar de gente com quem você aprenda pouco ou quase nada: pode ter iniciado o seu processo de “emburrecimento”!


Preocupa-me este assunto porque normalmente pessoas que sabem muito mais do que nós ou nos incomodam a vaidade ou são inacessíveis e um dos piores males que pode afetar um profissional é a ignorância. Em minha carreira já conversei com centenas de executivos. Impressiona o que eles muitas vezes não sabem. Como consultor, evitei inúmeras vezes de citar um conceito muito básico em uma reunião ou em um treinamento e posteriormente me arrependi. Descobri que pessoas em cargos muito elevados não raras vezes desconhecem fundamentos em gestão. A causa é simples: não falam com quem sabe mais do que eles. Falar, neste caso, significa perguntar, ouvir, processar a informação e fazer um plano de ação para colocá-la em prática.


Frequentemente questiono as empresas sobre qual é o processo de aprendizado da organização. Precisa ser processo porque necessita de organização e continuidade. Precisa ser de aprendizado, que é mais do que simples treinamento, porque aprender implica em praticar no extremo e obter resultados. Quase sempre, encontro resposta NULA para minha pergunta.


Empresas pequenas e médias continuam pequenas e médias porque não entendem o que estou escrevendo. Empresas grandes têm mais recursos para treinamento e consultoria, mas os pequenos e médios, às vezes com recursos, não têm a percepção da necessidade. Onde um empreendedor treinar para ser empreendedor? Onde o presidente da empresa aprendeu a ser presidente? O porteiro tem mais treinamento para sua função do que o presidente tem para a sua! Ser executivo porque nasceu na família ou porque comprou a empresa ou porque foi eleito não garante coisa alguma. É necessário definir o processo de aprendizagem. Ele passa por treinamento, por consultoria, por viagens, por feiras, por leitura. Se eu não consigo conversar com Jack Welch ou com Peter Drucker (que já morreu) leio tudo o que eles escreveram.


Quando você, em qualquer nível na empresa, só conversa com gente que sabe menos, você regride. É lícito perguntar: quem são os seus ídolos? Qual é o perfil deles? Qual é o seu perfil? Qual é a distância que o separa dos seus ídolos? Você tem um plano de ação para chegar lá?

Não acredita em nada do que escrevi e acha que aprender pode ser ao acaso? Empatamos, eu também não acredito em você!

Cuidado: não passe a vida inteira esperando a grande oportunidade ou a grande “sacada”. Normalmente, todo grande sucesso vem de um processo de décadas de aprendizado, de tentativas, de erros e de esforço continuado. Talento sozinho não interessa e não muda o jogo. A combinação matadora é talento + esforço + humildade e continuidade para aprender. Organizar o processo individual ou coletivo de aprendizado, eis a tarefa que se impõe a todos que queiram evoluir.

Fonte: Paulo Ricardo Mubarack
www.mubarack.com.br

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Ceratti – Valor da Marca e Brand Equity

Ceratti – Valor da Marca e Brand Equity
História da Marca CERATTI

A marca CERATTI é um ativo intangível legal da empresa Frigorífico Ceratti S.A., que atua na produção e comercialização de alimentos embutidos, frios e resfriados à base de carne bovina (dianteiro) e suína (paleta). A empresa foi fundada em 1932 pelo imigrante Giovanni Ceratti, que começou com um pequeno açougue no bairro do Ipiranga, em São Paulo, essencialmente para atender a demanda de famílias operárias italianas produzindo frios como: “cotechino”, “panchetta”, “sopressata” e “zampone”, todos dirigidos àqueles que sentiam saudades dos produtos de sua terra de origem.

Em 1936 Giovanni Ceratti fechou o açougue e dedicou-se a ampliar sua produção de frios, tanto em volume quanto na linha de produtos. Surge daí o crescimento da distribuição da CERATTI, fornecendo diretamente para as principais casas de frios da época, primeiramente na região metropolitana de São Paulo, fato que possibilitou o início do reconhecimento da marca pelo imenso público não pertencente à colônia italiana.

Atualmente, a CERATTI é distribuída em quase todo o país, principalmente na Grande São Paulo e ABC Paulista, com menor escala em Goiânia, Curitiba, Porto Alegre, Belo Horizonte, Recife, Rio de Janeiro, Norte do Paraná, Salvador, Interior de São Paulo e Brasília.

Embora seja uma marca de controle familiar, a CERATTI tem a reputação de ser administrada de forma transparente, profissionalizada e ética. A empresa jamais esteve envolvida em escândalos de gestão, financeiros ou comerciais.

A maior parte do crescimento da empresa foi totalmente financiada com a utilização de capitais próprios. As receitas da empresa são provenientes da produção e comercialização dos seus produtos, além da distribuição e venda de produtos importados da Itália, inclusive através de recente parceria com o Frigorífico Fiorucci, um dos maiores da Itália. A empresa não possui redes próprias de varejo e sequer fornece produtos industrializados para distribuidores e varejistas aporem suas marcas (marcas próprias).


Atividades

As principais atividades da empresa são a industrialização e comercialização de produtos alimentícios resfriados à base de carne animal. Em sua linha de produtos estão a mortadela, lingüiças frescas, especialidades italianas nacionais e importadas, presuntos, pizzas e pig beef (rosbife), atuando com maior destaque e reconhecimento na Grande São Paulo.

GlobalBrands e Ceratti – A Avaliação da Marca e o Brand Equity

Como já comentamos em outros casos, as marcas ao atingirem um determinado porte são desafiadas pelo aumento da complexidade de suas ações comerciais e de comunicação. Há muitos anos a CERATTI incomoda as grandes marcas do setor, as quais não se cansam de combater os padrões estabelecidos pela “pequena marca familiar”, que recentemente inaugurou uma moderna fábrica na cidade de Vinhedo-SP.


A CERATTI também aprendeu que crescer não é tão importante quanto sustentar as porções conquistadas de mercado. Tampouco, é possível relaxar quanto ao excelente nível de reconhecimento junto aos consumidores.

A GlobalBrands foi contratada para avaliar a marca CERATTI.e orientá-la a respeito das melhores soluções de branding para os seus grandes e novos desafios. Eis um resumo das ações lideradas pela GlobalBrands:

Ações do Projeto

Etapa 1 – Pesquisa de Brand Equity.

A CERATTI tem imensa experiência de mercado e muitas histórias de sucesso para contar, o que não significa que ela conheça em profundidade os riscos, ameaças e oportunidades de sua marca. Apenas uma pesquisa bem estruturada e dirigida de brand equity seria capaz de assegurar o reconhecimento e a exploração de oportunidades da marca. Muito mais do que controlar os riscos, era preciso reconhecer até que ponto a marca poderia ir sem comprometer seus valores essenciais.


Etapa 2: -Avaliação da Marca.

O projeto foi organizado através da emissão de um Laudo de Avaliação de Marca, o qual foi muito além de simplesmente descobrir e registrar o valor patrimonial do ativo. Identificamos e organizamos uma série de providências, incluindo: oportunidades de extensão da marca; reposicionamento; promoção;comunicação; parcerias.


Atuamos de forma organizada, objetiva e integrada para apoiar o desenvolvimento e crescimento da marca CERATTI, outro grande sucesso brasileiro de branding.

Visite o site: www.ceratti.com.br
Fonte: http://www.brandingemarcas.com.br

AS NOSSAS NECESSIDADES E OS NOSSOS DESEJOS


"Um músico deve compor,

um artista deve pintar,

um poeta deve escrever,

caso pretendam deixar seu coração em paz.

O que um homem pode ser, ele deve ser.

A essa necessidade podemos dar o nome de

auto-realização."

Abraham Harold Maslow (1908 - 1970)

Índice de satisfação

Índice de satisfação com o atendimento das lojas nas compras feitas durante o mês de Abril foi de 86,03%




O Índice de Confiança do e-consumidor referente ao mês de Abril demonstrou a tranqüilidade encontrada pelas pessoas que compraram presentes do Dia das Mães pela Internet. O estudo levou em conta a opinião de 107.395 pessoas que adquiriram produtos pela rede entre 01 e 30 /04. Delas, 86,03% se disseram satisfeitas com o resultado da transação. O indicador é desenvolvido pela e-bit, em parceria com o Movimento Internet Segura (MIS), comitê da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net), dedicado a atuar na educação do usuário final em relação às melhores práticas na web. A camara-e.net considera 85% o nível de excelência para avaliar a confiabilidade do usuário sobre o setor.