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Cachoeirinha, Rio Grande do Sul, Brazil
Graduado em Comunicação Social Habilitação Relações Públicas pela Unisinos, Especialista em Gestão Empresarial pelo Cesuca Faculdade Inedi. Atualmente sou coordenador da Central de Estágios Cesuca, coordenador da Talentus Empresa Júnior Cesuca, coordenador dos Cursos de Extensão e In Company do Cesuca e professor titular no CESUCA Faculdade Inedi, nos Cursos de Administração e Ciências Contábeis, professor convidado na Microlins, nos Cursos de Vendas e Marketing no Varejo, Atendimento a Clientes e Operador de Telemarketing. Tenho experiência de 19 anos na área comercial, no varejo, turismo e na área do ensino. Ministro palestras sobre Relações Públicas no mercado do turismo, marketing transformacional, marketing institucional na internet, marketing, motivação em vendas e atendimento, marketing pessoal e networking, etiqueta organizacional e empregabilidade e mercado de trabalho. Também sou sócio-diretor da Doutor Empresa -Consultoria Empresarial trabalhando com treinamentos e palestras em pequenas, médias e grandes empresas.

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Pode levar. É grátis

Chegam ao Brasil duas lojas no modelo tryvertising, um misto de consumo gratuito com pesquisa de mercado usado por fabricantes para expor seus lançamentos 

Por Karla Spotorno

Você entra numa loja, escolhe os produtos e sai sem pagar. Isso existe? Sim, é o modelo tryvertising, um misto de publicidade e pesquisa de mercado que começou há três anos em Tóquio e chega agora a São Paulo. Para frequentar a loja, o consumidor paga uma taxa e depois é convidado a avaliar os lançamentos em um questionário online. Os produtos mais caros, como computadores e celulares, são testados no local. “A loja funciona como um laboratório. Para o fabricante, sai mais barato expor o produto e receber a avaliação do que encomendar uma pesquisa de mercado”, diz Luiz Gaeta, sócio do Clube Amostra Grátis, um dos empreendimentos que agora chegam ao Brasil, com previsão de abrir as portas em 11 de maio. O visitante não é obrigado a responder a pesquisa, mas se não o fizer perde o direito de retirar outros itens. “A experiência em Tóquio mostra que 94% respondem”, diz João Pedro Borges, sócio da franquia Sample Lab, com o publicitário Celso Loducca e outros parceiros. A primeira loja Sample Lab está prevista para 30 de junho e Loducca planeja abrir cinco filiais nos próximos cinco anos. Fabricantes brasileiros de alimentos, bolsas, eletroeletrônicos e sapatos já aderiram à ideia.


Um comentário:

  1. Há alguns anos atrás diriamos que isto não seria possível num País como Brasil. Mas como nós consumidores estamos cada vez mais exigentes, as empresas devem desenvolver técnicas para entender o que realmente queremos.

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