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Cachoeirinha, Rio Grande do Sul, Brazil
Graduado em Comunicação Social Habilitação Relações Públicas pela Unisinos, Especialista em Gestão Empresarial pelo Cesuca Faculdade Inedi. Atualmente sou coordenador da Central de Estágios Cesuca, coordenador da Talentus Empresa Júnior Cesuca, coordenador dos Cursos de Extensão e In Company do Cesuca e professor titular no CESUCA Faculdade Inedi, nos Cursos de Administração e Ciências Contábeis, professor convidado na Microlins, nos Cursos de Vendas e Marketing no Varejo, Atendimento a Clientes e Operador de Telemarketing. Tenho experiência de 19 anos na área comercial, no varejo, turismo e na área do ensino. Ministro palestras sobre Relações Públicas no mercado do turismo, marketing transformacional, marketing institucional na internet, marketing, motivação em vendas e atendimento, marketing pessoal e networking, etiqueta organizacional e empregabilidade e mercado de trabalho. Também sou sócio-diretor da Doutor Empresa -Consultoria Empresarial trabalhando com treinamentos e palestras em pequenas, médias e grandes empresas.

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Das dez maiores marcas 7 são de tecnologia, diz Interbrand

Das dez maiores marcas 7 são de tecnologia, diz Interbrand

IBM, Microsoft, Google, Intel, Apple e HP aparecem na lista. De todas, foi a marca de Steve Jobs que mais cresceu durante 2011

AE | 04/10/2011 13:47




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Das dez maiores marcas 7 são de tecnologia, diz Interbrand IBM, Microsoft, Google, Intel, Apple e HP aparecem na lista. De todas, foi a marca de Steve Jobs que mais cresceu durante 2011

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Das dez maiores marcas 7 são de tecnologia, diz Interbrand IBM, Microsoft, Google, Intel, Apple e HP aparecem na lista. De todas, foi a marca de Steve Jobs que mais cresceu durante 2011

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Foto: Getty Images Ampliar
Segundo ranking da Interbrand, IBM é a segunda maior marca do mundo
Das dez maiores marcas do mundo atualmente, sete são do setor de tecnologia. A conclusão é da Interbrand, consultoria de marcas (branding), que apresenta a 12ª edição do ranking 100 Melhores Marcas Globais. Coca-Cola segue como a marca mais valiosa do mundo, segundo o levantamento. A fabricante de bebidas vale US$ 71,8 bilhões, aumento de 2% em relação ao levantamento anterior, quando valia US$ 70,4 bilhões.
A segunda marca mais valiosa é a IBM, que se valorizou 8%, de US$ 64,7 bilhões em 2010 para US$ 69,9 bilhões na edição 2011 do levantamento. Em seguida, aparecem, em ordem: Microsoft, Google, GE, McDonald's, Intel, Apple, Disney e HP na décima posição. Destas, a que mais cresceu foi a Apple, que saltou da 17ª colocação no ano passado para a 8ª posição neste ano. "A Apple aumentou seu valor de marca em 58% e pela primeira vez se encontra entre as 10 maiores", destaca o diretor da Interbrand do Brasil, Alejandro Pinedo.
Além de Apple, a Amazon.com (26°), Google (4º) e Samsung (17°) são as quatro empresas que mais subiram posições no ranking. Uma das poucas novatas é a HTC (98°), fabricante de aparelhos móveis. "O setor é extremamente valorizado. Entretanto, algumas empresas de tecnologia enfrentam grandes problemas", disse Pinedo, citando como exemplo a Nokia, que caiu da 8ª para a 14ª posição, após enfrentar forte concorrência em smartphones.
"A expectativa é que a parceria entre a Nokia e a Microsoft ajude a companhia a virar o jogo neste segmento", afirmou o executivo, citando que nesta edição do ranking o valor de marca da Nokia foi o que mais caiu, 15%, passando de US$ 29,495 bilhões para US$ 25,071 bilhões. Automotivo Pinedo lembra ainda que o último ano foi marcado por uma melhora nos mercados, depois da crise de 2008 que acabou abalando o desempenho das companhias também em 2009.
A melhora do humor no ano passado, segundo ele, contribuiu para o ressurgimento da indústria automotiva norte-americana e a alta demanda por carros na China. Dessa forma, a Toyota (11°) mantém sua posição como a maior marca automotiva no estudo. E como novidade, a Interbrand informa que a Nissan Motor, a segunda maior fabricante de veículos do Japão e ausente das Melhores Marcas Globais desde 2007, retornou ao ranking agora, na 90ª posição. A próxima edição do ranking deve apresentar reflexos do cenário de turbulências nos mercados da Europa e Estados Unidos. No entanto, como ressalta Pinedo, para uma marca permanecer na lista das mais valiosas é importante "manter a consistência, relevância e comprometimento, especialmente em época de mudanças".
Conforme o levantamento, o mercado financeiro é um dos que continua lutando para manter o valor das marcas após a crise econômica de 2008. Citi (42°), Barclays (79°), Credit Suisse (82°) e UBS (92°) viram uma pequena diminuição no valor de suas marcas nesta edição. Porém, algumas instituições financeiras com sede na Europa registraram crescimento de 5% ou mais no último ano, como o suíço Zurich (em 94°) e o espanhol Santander (68° lugar).
Brasileiras
Não há empresas brasileiras entre as 100 marcas mais valiosas. "Várias companhias brasileiras poderiam entrar para o ranking de acordo com o valor da marca, entretanto, elas precisam avançar em outros quesitos", disse Penido. É preciso que a empresa tenha um terço de sua receita fora do local de origem e deve ser lembrada por pessoas em qualquer lugar do mundo, mesmo fora do seu setor de atuação.
Vale e Petrobras são fortes candidatas a entrar no ranking por conta da atuação em outros países, porém, as duas companhias são pouco conhecidas fora de suas atividades. Já o Itaú Unibanco atingiu o valor de marca necessário, mas não possui presença global. Diferentemente da Alpargatas."A fabricante das Havaianas tem presença mundialmente reconhecida e sua receita tem forte contribuição de outros países, mas ainda não atingiu o valor mínimo para entrar no ranking", conta Penido. 
Luxo
De acordo com o diretor da Interbrand, o mercado de luxo vem crescendo em valor de marca. A fabricante de bolsas Louis Vuitton ganhou a 18ª colocação, seguida por Gucci (39°), Hermès (66°), Cartier (70°), Tiffany (73°), Moët & Chandon (77°), Armani (93°) e Burberry (95°). "Todas as empresas de luxo que aparecem no levantamento da Interbrand obtiveram esse incremento ao alavancarem sua condição de ícone e, simultaneamente, engajaram novos consumidores em experiências únicas e significativas", explica Penido. Veja a seguir o ranking com as 100 empresas de marcas mais valiosas, segundo a Interbrand.

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

COM QUEM VOCÊ CONVERSA?

Pessoal!

Recebi este texto de um aluno e resolvi publicá-lo.
Muitas vezes nos perguntamos, o que é que estamos fazendo conversando com um exucutivo que não sabe escutar? O que importa para ele é muito mais o patrimônio adquirido, do que entender o porque que existe um processo ou outro. O artigo abaixo é bom para refletirmos. Quando estamos dentro de uma organização como colaborador ou consultor, onde o diretor não nos escuta, será que ele tem conhecimento suficiente? As vezes sim, talvez não, mas não tem a sabedoria para usá-lo. Por isso, digo! Escute bastante, converse com todos os níveis, aprenda um pouco ou muito com cada um, leia muito, pois viveremos como eternos aprendizes.

Grande abraço e boa leitura. 

 
COM QUEM VOCÊ CONVERSA?



Quem são as pessoas mais inteligentes do que você e com quem você conversa constantemente? Se prestou muita atenção na minha pergunta, você percebeu que estou perguntando sobre sua taxa de aprendizado. Se alguém não aprende sistematicamente, regride. Desta forma, cuidado ao se cercar de gente com quem você aprenda pouco ou quase nada: pode ter iniciado o seu processo de “emburrecimento”!


Preocupa-me este assunto porque normalmente pessoas que sabem muito mais do que nós ou nos incomodam a vaidade ou são inacessíveis e um dos piores males que pode afetar um profissional é a ignorância. Em minha carreira já conversei com centenas de executivos. Impressiona o que eles muitas vezes não sabem. Como consultor, evitei inúmeras vezes de citar um conceito muito básico em uma reunião ou em um treinamento e posteriormente me arrependi. Descobri que pessoas em cargos muito elevados não raras vezes desconhecem fundamentos em gestão. A causa é simples: não falam com quem sabe mais do que eles. Falar, neste caso, significa perguntar, ouvir, processar a informação e fazer um plano de ação para colocá-la em prática.


Frequentemente questiono as empresas sobre qual é o processo de aprendizado da organização. Precisa ser processo porque necessita de organização e continuidade. Precisa ser de aprendizado, que é mais do que simples treinamento, porque aprender implica em praticar no extremo e obter resultados. Quase sempre, encontro resposta NULA para minha pergunta.


Empresas pequenas e médias continuam pequenas e médias porque não entendem o que estou escrevendo. Empresas grandes têm mais recursos para treinamento e consultoria, mas os pequenos e médios, às vezes com recursos, não têm a percepção da necessidade. Onde um empreendedor treinar para ser empreendedor? Onde o presidente da empresa aprendeu a ser presidente? O porteiro tem mais treinamento para sua função do que o presidente tem para a sua! Ser executivo porque nasceu na família ou porque comprou a empresa ou porque foi eleito não garante coisa alguma. É necessário definir o processo de aprendizagem. Ele passa por treinamento, por consultoria, por viagens, por feiras, por leitura. Se eu não consigo conversar com Jack Welch ou com Peter Drucker (que já morreu) leio tudo o que eles escreveram.


Quando você, em qualquer nível na empresa, só conversa com gente que sabe menos, você regride. É lícito perguntar: quem são os seus ídolos? Qual é o perfil deles? Qual é o seu perfil? Qual é a distância que o separa dos seus ídolos? Você tem um plano de ação para chegar lá?

Não acredita em nada do que escrevi e acha que aprender pode ser ao acaso? Empatamos, eu também não acredito em você!

Cuidado: não passe a vida inteira esperando a grande oportunidade ou a grande “sacada”. Normalmente, todo grande sucesso vem de um processo de décadas de aprendizado, de tentativas, de erros e de esforço continuado. Talento sozinho não interessa e não muda o jogo. A combinação matadora é talento + esforço + humildade e continuidade para aprender. Organizar o processo individual ou coletivo de aprendizado, eis a tarefa que se impõe a todos que queiram evoluir.

Fonte: Paulo Ricardo Mubarack
www.mubarack.com.br

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Ceratti – Valor da Marca e Brand Equity

Ceratti – Valor da Marca e Brand Equity
História da Marca CERATTI

A marca CERATTI é um ativo intangível legal da empresa Frigorífico Ceratti S.A., que atua na produção e comercialização de alimentos embutidos, frios e resfriados à base de carne bovina (dianteiro) e suína (paleta). A empresa foi fundada em 1932 pelo imigrante Giovanni Ceratti, que começou com um pequeno açougue no bairro do Ipiranga, em São Paulo, essencialmente para atender a demanda de famílias operárias italianas produzindo frios como: “cotechino”, “panchetta”, “sopressata” e “zampone”, todos dirigidos àqueles que sentiam saudades dos produtos de sua terra de origem.

Em 1936 Giovanni Ceratti fechou o açougue e dedicou-se a ampliar sua produção de frios, tanto em volume quanto na linha de produtos. Surge daí o crescimento da distribuição da CERATTI, fornecendo diretamente para as principais casas de frios da época, primeiramente na região metropolitana de São Paulo, fato que possibilitou o início do reconhecimento da marca pelo imenso público não pertencente à colônia italiana.

Atualmente, a CERATTI é distribuída em quase todo o país, principalmente na Grande São Paulo e ABC Paulista, com menor escala em Goiânia, Curitiba, Porto Alegre, Belo Horizonte, Recife, Rio de Janeiro, Norte do Paraná, Salvador, Interior de São Paulo e Brasília.

Embora seja uma marca de controle familiar, a CERATTI tem a reputação de ser administrada de forma transparente, profissionalizada e ética. A empresa jamais esteve envolvida em escândalos de gestão, financeiros ou comerciais.

A maior parte do crescimento da empresa foi totalmente financiada com a utilização de capitais próprios. As receitas da empresa são provenientes da produção e comercialização dos seus produtos, além da distribuição e venda de produtos importados da Itália, inclusive através de recente parceria com o Frigorífico Fiorucci, um dos maiores da Itália. A empresa não possui redes próprias de varejo e sequer fornece produtos industrializados para distribuidores e varejistas aporem suas marcas (marcas próprias).


Atividades

As principais atividades da empresa são a industrialização e comercialização de produtos alimentícios resfriados à base de carne animal. Em sua linha de produtos estão a mortadela, lingüiças frescas, especialidades italianas nacionais e importadas, presuntos, pizzas e pig beef (rosbife), atuando com maior destaque e reconhecimento na Grande São Paulo.

GlobalBrands e Ceratti – A Avaliação da Marca e o Brand Equity

Como já comentamos em outros casos, as marcas ao atingirem um determinado porte são desafiadas pelo aumento da complexidade de suas ações comerciais e de comunicação. Há muitos anos a CERATTI incomoda as grandes marcas do setor, as quais não se cansam de combater os padrões estabelecidos pela “pequena marca familiar”, que recentemente inaugurou uma moderna fábrica na cidade de Vinhedo-SP.


A CERATTI também aprendeu que crescer não é tão importante quanto sustentar as porções conquistadas de mercado. Tampouco, é possível relaxar quanto ao excelente nível de reconhecimento junto aos consumidores.

A GlobalBrands foi contratada para avaliar a marca CERATTI.e orientá-la a respeito das melhores soluções de branding para os seus grandes e novos desafios. Eis um resumo das ações lideradas pela GlobalBrands:

Ações do Projeto

Etapa 1 – Pesquisa de Brand Equity.

A CERATTI tem imensa experiência de mercado e muitas histórias de sucesso para contar, o que não significa que ela conheça em profundidade os riscos, ameaças e oportunidades de sua marca. Apenas uma pesquisa bem estruturada e dirigida de brand equity seria capaz de assegurar o reconhecimento e a exploração de oportunidades da marca. Muito mais do que controlar os riscos, era preciso reconhecer até que ponto a marca poderia ir sem comprometer seus valores essenciais.


Etapa 2: -Avaliação da Marca.

O projeto foi organizado através da emissão de um Laudo de Avaliação de Marca, o qual foi muito além de simplesmente descobrir e registrar o valor patrimonial do ativo. Identificamos e organizamos uma série de providências, incluindo: oportunidades de extensão da marca; reposicionamento; promoção;comunicação; parcerias.


Atuamos de forma organizada, objetiva e integrada para apoiar o desenvolvimento e crescimento da marca CERATTI, outro grande sucesso brasileiro de branding.

Visite o site: www.ceratti.com.br
Fonte: http://www.brandingemarcas.com.br

AS NOSSAS NECESSIDADES E OS NOSSOS DESEJOS


"Um músico deve compor,

um artista deve pintar,

um poeta deve escrever,

caso pretendam deixar seu coração em paz.

O que um homem pode ser, ele deve ser.

A essa necessidade podemos dar o nome de

auto-realização."

Abraham Harold Maslow (1908 - 1970)

Índice de satisfação

Índice de satisfação com o atendimento das lojas nas compras feitas durante o mês de Abril foi de 86,03%




O Índice de Confiança do e-consumidor referente ao mês de Abril demonstrou a tranqüilidade encontrada pelas pessoas que compraram presentes do Dia das Mães pela Internet. O estudo levou em conta a opinião de 107.395 pessoas que adquiriram produtos pela rede entre 01 e 30 /04. Delas, 86,03% se disseram satisfeitas com o resultado da transação. O indicador é desenvolvido pela e-bit, em parceria com o Movimento Internet Segura (MIS), comitê da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net), dedicado a atuar na educação do usuário final em relação às melhores práticas na web. A camara-e.net considera 85% o nível de excelência para avaliar a confiabilidade do usuário sobre o setor.

terça-feira, 22 de junho de 2010

Ninguém é Insubstituível!

Na sala de reunião de uma multinacional o diretor nervoso fala com sua equipe de gestores.
Agita as mãos, mostra gráficos e, olhando nos olhos de cada um ameaça: Ninguém é insubstituível.

A frase parece ecoar nas paredes da sala de reunião em meio ao silêncio.

Os gestores se entreolham, alguns abaixam a cabeça.

Ninguém ousa falar nada.

De repente um braço se levanta e o diretor se prepara para triturar o atrevido:

- Alguma pergunta?

- Tenho sim.

-E Beethoven?

- Como? - o encara o diretor confuso.

- O senhor disse que ninguém é insubstituível e quem substituiu Beethoven?

Silêncio...

O funcionário fala então:
- Ouvi essa estória esses dias contada por um profissional que conheço e achei muito pertinente falar sobre isso.
Afinal, as empresas falam em descobrir talentos, reter talentos, mas, no fundo continuam achando que os profissionais são peças dentro da organização e que, quando sai um, é só encontrar outro para por no lugar.
Quem substituiu Beethoven? Tom Jobim? Ayrton Senna? Ghandi? Frank Sinatra? Garrincha? Santos Dumont? Monteiro Lobato? Elvis Presley? Os Beatles? Jorge Amado? Pelé? Paul Newman? Tiger Woods? Albert Einstein? Picasso? Zico? etc...
Todos esses talentos marcaram a história fazendo o que gostam e o que sabem fazer bem, ou seja, fizeram seu talento brilhar. E, portanto, são sim insubstituíveis.
Cada ser humano tem sua contribuição a dar e seu talento direcionado para alguma coisa.
Está na hora dos líderes das organizações reverem seus conceitos e começarem a pensar em como desenvolver o talento da sua equipe focando no brilho de seus pontos fortes e não utilizando energia em reparar seus 'erros/ deficiências'.
Ninguém lembra e nem quer saber se Beethoven era surdo, se Picasso era instável, Caymmi preguiçoso, Kennedy egocêntrico, Elvis paranóico...
O que queremos é sentir o prazer produzido pelas sinfonias, obras de arte, discursos memoráveis e melodias inesquecíveis, resultado de seus talentos.
Cabe aos líderes de sua organização mudar o olhar sobre a equipe e voltar seus esforços em descobrir os pontos fortes de cada membro. Fazer brilhar o talento de cada um em prol do sucesso de seu projeto.
Se seu gerente/coordenador, ainda está focado em 'melhorar as fraquezas' de sua equipe corre o risco de ser aquele tipo de líder/ técnico, que barraria Garrincha por ter as pernas tortas, Albert Einstein por ter notas baixas na escola, Beethoven por ser surdo. E na gestão dele o mundo teria perdido todos esses talentos.
Seguindo este raciocínio, caso pudessem mudar o curso natural, os rios seriam retos não haveria montanha, nem lagoas nem cavernas, nem homens nem mulheres, nem sexo, nem chefes nem subordinados, apenas peças.
Nunca me esqueço de quando o Zacarias dos Trapalhões 'foi pra outras moradas'. Ao iniciar o programa seguinte, o Dedé entrou em cena e falou mais ou menos assim: "Estamos todos muito tristes com a 'partida' de nosso irmão Zacarias... e hoje, para substituí-lo, chamamos:... . Ninguém ... pois nosso Zaca é insubstituível"
Portanto nunca esqueça: Você é um talento único... com toda certeza ninguém te substituirá!
"Sou um só, mas ainda assim sou um.
Não posso fazer tudo..., mas posso fazer alguma coisa.
Por não poder fazer tudo, não me recusarei a fazer o pouco que posso."

Fonte: Autor desconhecido

segunda-feira, 21 de junho de 2010

A importância do marketing para o gestor


Capacitar o gestor para o desenvolvimento de um plano de marketing é fundamental para concorrer no mercado.

Saber para onde se quer ir, como e alcançar os objetivos é o básico para qualquer planejamento. Mas como ter certeza que o caminho correto é o que está sendo traçado? A dúvida, para muitos profissionais, pode ser um dos principais percalços para a carreira de qualquer gestor, ou para quem quer se tornar um executivo da área de gestão pública ou privada.
Para o especialista Rodrigo Rodrigues, diretor de planejamento da agência OpusMúltipla Comunicação Integrada, conhecer mais sobre Marketing é compreender o mercado. "Toda e qualquer empresa deve estar bem relacionada com o mercado e, para que possam sobreviver nestes dias tão competitivos, é necessário ter conhecimentos mais aprofundados. É necessário que o líder ou gestor entenda a produção, o consumidor, a concorrência, o preço e a distribuição do seu produto para obter diferenciais para a marca", avalia o especialista.
Segundo ele, "É o gestor quem indica os passos que devem ser seguidos pelos colaboradores para a criação de um planejamento de curto, médio e longo prazo na empresa, bem como, para o lançamento de um produto", diz. O especialista destaca que se o gestor não tiver conhecimento prévio das estratégias de Marketing pode, inclusive, fazer com que o produto ou serviço que está lançando seja um fracasso total. "Conhecer bem o mercado, o público alvo, os desejos desse público e como se comunicar com esse público é fundamental, esta é uma área onde o gestor não pode ser induzido pelo achismo", comenta Rodrigues.
Desbravar o Marketing é também economizar para a empresa. "Com um planejamento bem adequado, fundamentado e estratégico, o gestor consegue direcionar melhor as verbas para uma campanha de comunicação com o público, saberá definir qual a melhor forma de divulgação e a quem dirigi-la. Isso resulta em duas importantes conquistas: uma comunicação eficiente, com o público certo e um melhor investimento dos recursos que, com certeza, se reverterão em resultados", confirma Rodrigues.

Blogs e Mídias Sociais estão cada vez mais presentes no mundo dos negócios

Estava passeando pela internet em busca de leituras e me deparei com as dicas abaixo, ao qual acredito ser interessante para leitura dos meus seguidores.

Blogs e Mídias Sociais estão cada vez mais presentes no mundo dos negócios (com exceções nem tão honrosas), as empresas tentam definir políticas e estratégias empresarias para guiá-las nesse caminho novo.

Faz sentido ? Não. Não há um road map se não há uma estrada, e a estrada se faz ao caminhar. As respostas estão num caminho muito mais Zen do que qualquer consultoria poderia imaginar ?

Prasoon Joshi descreveu 10 princípios para as empresas abraçarem social networking e blogging, aqui humildemente adaptadas. Confira:

Nada prometas: Fazer o que você mais gosta de fazer é o canal. No final, seu trabalho lhe trará felicidade.

Nada ofereças: Não ofereça nada além do compartilhar. Existem muitos que devem estar interessados em seu produto, e irão apreciá-lo, sem que você se sinta pressionado a mostrar algo de valor para sua platéia.

Nada esperes: Não inicie em mídias sociais com expectativas em torno de resultados tangíveis. Em vez disso, tenha alguns objetivos qualitativos em mente, não quantitativos. Isso vai te possibilitar chegar mais perto do que buscas, ao invés de torcer seus princípios sendo guiado por números.

Nada necessites: Produza seu conteúdo. Esteja certo que seu trabalho não seja impedido a todo momento pelo zumbido em sua mente de que algo mais é necessário e tem que ser procurado.


Nada cries: O melhor jeito de enxergar a criatividade é deixar rolar e fazer o que pintar. Não fique sentado horas tentando "criar algo novo", apenas deixe acontecer.

Nada superdimensiones: Deixe o hype em torno de seu produto ser criado por si mesmo. Não se gabe de cara para acabar com a cara enfiada na lama dos comentários negativos de seus visitantes.

Nada planejes: Ou melhor, planeje suas ações, mas não seus resultados. Manter-se agarrado a um plano, estando num meioambiente social dinâmico, pode te levar à rigidez e a fraturas inevitáveis.

Nada aprendas: Apenas deixe as coisas virem e te ensinarem por si próprias. Deixe a Força te guiar. Absorva tudo que surgir em seu caminho, mas não se esforce para racionalizar.

Nada sejas: É melhor ser você mesmo em qualquer rede social. As pessoas devem se conectar com você e não com alguma ilusão criada para -las. Você pode até começar bem, posando de alguém com conhecimento superior ou com habilidades que você não tem, mas a longo prazo vai ser difícil sair dessa. O aprendizado é um caminho de mão dupla. Mostrar as fraquezas abre as portas da Sabedoria.

Nada mudes: Apenas diga a coisa certa na hora certa e uma mudança positiva virá por si mesma.

Fonte: http://dededl.blogspot.com

Onde fica o Gol?

Onde fica o Gol?
Por Martha Medeiros.



"Em função da mobilização com a Copa do Mundo, andei me lembrando de uma conversa que tive com um amigo, anos atrás.

Ele liderava uma equipe numa agência de publicidade e trabalhava em ritmo alucinado.

No decorrer do papo, ele desabafou dizendo que era difícil conviver com colegas que não sabiam para que lado ir, o que fazer, como agir, e que por causa dessas incertezas perdiam tempo e faziam os outros perderem também.

E exemplificou: "Sabe por que eu sempre gostei do Pelé? Porque o Pelé pegava a bola em qualquer lugar do gramado e ia com ela reto para o gol.

Ele sabia exatamente para onde tinha que chutar".

– Isso que você nem é muito fã do esporte – comentei.

– Pois é, não jogo futebol, mas tenho alma de artilheiro: entro em campo e já saio perguntando onde é que é o gol. É pra lá? Então é pra lá que eu vou, sem desperdiçar meu tempo, sem ficar enfeitando.

Taí o que a gente precisa se perguntar todo dia quando acorda: onde é que é o gol?

Muitas pessoas vivem suas vidas como se dopadas, chutando para todos os lados, sem nenhuma estratégia, contando apenas com a sorte.

Elas acreditam que, uma hora dessas, de repente, quem sabe, a bola entrará. E, até que isso aconteça, esbanjam energia à toa.

"Goal", em inglês, significa objetivo. Você deve ter um. Conquistar um cliente, ser o padeiro mais conceituado do bairro, melhorar a aparência, sair de uma depressão, ganhar mais dinheiro, se aproximar dos seus pais.

Pode até ser algo mais simples: comprar as entradas para um show, visitar um amigo doente, trocar o óleo do carro, levar flores para sua mulher.

Ou você faz sua parte para colocar a bola dentro da rede, ou seguirá chutando para as laterais, catimbando, sem atingir nenhum resultado.

Quase invejo quem tem tempo a perder: sinal de que é alguém irritantemente jovem, que ainda não se deu conta da ligeireza da vida.

Já os veteranos não podem se dar ao luxo de acordar tarde, e, no caso, "acordar tarde" não significa dormir até o meio-dia: significa dormir no ponto, comer mosca.

Não dá. Depois de uma certa idade, é preciso ser mais atento e proativo.

Parece um jogo estafante, nervoso, mas não precisa ser.

O gol que você quer marcar talvez seja justamente aprender a ter um dia a dia mais calmo, mais focado em seus reais prazeres e afetos, sem estresse.

É uma meta tão valiosa quanto qualquer outra. Só que não pode ser um "quem sabe", tem que ser um gol feito.

Essa é a diferença entre aqueles que realizam as coisas e os que ficam só empatando.

terça-feira, 8 de junho de 2010

Sorrir faz bem




Estabeleça como meta dar no mínimo cinco sorrisos por dia.


O sorriso é a mais poderosa arma para você fazer amigos e conquistar a simpatia das outras pessoas. No seu cotidiano use-o em abundância, juntamente com o elogio e o agradecimento.